terça-feira, 20 de agosto de 2013

Primeira plenária congressual do PSOL São Gonçalo

Realizamos no último domingo (18/08) a primeira plenária congressual do PSOL São Gonçalo. Entre filiados e simpatizantes do partido, reunimos cerca de 60 pessoas no auditório do ICBEU. Foram apresentadas três teses num debate muito rico e importante, que abordou principalmente o papel que o PSOL deve ter para o próximo período. A tese "Por Novos Levantes no Brasil" foi a única tirar delegados, totalizando 5.

A segunda plenária do PSOL São Gonçalo já está marcada para o dia 31/08 no SEPE-SG, às 15h. Vejam algumas fotos da nossa primeira plenária congressual:






domingo, 11 de agosto de 2013

O PSOL FARÁ O SEU 4º CONGRESSO NACIONAL!

No embalo das mobilizações de junho de 2013, o nosso partido fará será congresso nacional. 

Estaremos renovando a direção nacional e as direções estaduais como bem também estaremos discutindo os rumos do partido para o próximo período e politica eleitoral para 2014.
No link abaixo, divulgamos informações sobre o Congresso Nacional. Você encontrará informações sobre as teses e plenárias já marcadas:


Com parte do processo de construção da discussão nacional, o Município de São Gonçalo terá sua 1ª Plenária no dia 18/08 (domingo) às 09h no ISAT - ICBEU que fica na Rua Francisco Portela, 2774 - Zé Garoto.

A segunda plenária também já está marcada para o dia 31 de agosto (Sábado) às 15h no Sindicato dos Profissionais de Educação - Núcleo São Gonçalo (SEPE - SG) - Rua Coronel Rodrigues, 256  no Centro de nossa cidade.

Ainda teremos, a terceira e quarta plenária nos dias 10/09 e 13/09 com local e horário a combinar.

Participe!

Saudações Socialistas,

Prof. Josemar Carvalho
Pres. Diretório Municipal do PSOL São Gonçalo / Membro efetivo do Diretório Estadual / Membro Suplente de Diretório Nacional



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A Necessidade do Fora Cabral

por Marcio Ornelas

As jornadas de junho mudaram o Brasil, a onda de mobilizações que tomou conta do país foi espetacular, contagiante e vitoriosa. Mas se enganam os que pensam que a maior expressão da conquista das massas, reside na redução nacional do preço da passagem. O processo de sair de uma pauta específica e fazer uma transição até o questionamento político, é algo infinitamente mais importante. Nesse ponto, o Rio de Janeiro é o local mais avançado, o “Fora Cabral” hoje é o centro dos protestos, e a consigna ganha as ruas cada vez com mais força.

Existe uma máxima na esquerda, que é verdadeira, de que em momentos de intensa mobilização, a consciência da população avança em 1 mês o que não avançaria em 10 anos. E junho não nos deixa mentir. A política virou um assunto recorrente do cotidiano, sendo discutida em bares, padarias, restaurantes ou qualquer outro lugar. E apesar da importância inegável que tem para o trabalhador a redução da tarifa nos transportes, aprendeu-se no processo de lutas, que as mazelas sociais ao qual somos submetidos não é um descuido qualquer, mas algo que está diretamente ligado a uma política que não tem como centro a resolução desses problemas. Isso explica (em parte) a queda de popularidade de todos os governos. A população do Rio de Janeiro conseguiu conquistas objetivas, mas ao olhar para o governador Sérgio Cabral, ela consegue enxergar a raiz dos seus problemas, ainda que a totalidade das injustiças não pertença a um governo, avançar para esse questionamento direto pode contribuir para implicar uma contestação mais ampla e profunda: a de um regime político, por exemplo. E tal como São Paulo foi fundamental para espalhar as jornadas de junho pelo país, dando provas da força que a população tem, o Rio de Janeiro pode apontar um caminho e ser decisivo para espalhar a luta política pelo país. Nesse sentido o “Fora Cabral” não só é uma necessidade, como uma possibilidade real.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Queremos a Praça Chico Mendes de volta!

por Pedro He-man

A tradicional Praça Chico Mendes, localizada no Alcântara, foi fechada para reforma. Para surpresa do povo, o resultado foi uma Praça da Bíblia custeada em dois milhões de reais. Ainda que a obra seja de Panisset, a indiferença da atual gestão com um importante local da prática cultural na cidade, é no mínimo incompreensível.

As mudanças foram radicais, pois a praça anterior continha pista de skate, além disso, era o reduto das tribos roqueiras que promoviam encontros no local nas noites de sexta e sábado. Que recursos um grupo alternativo, muito comum nas cidades grandes, poderia ter em uma cidade periférica como São Gonçalo? Infelizmente, o que restou foi uma praça, agora, gradeada e “enfeitada” com lonas presas em estruturas triangulares de ferro, fazendo alusão aos pergaminhos copilados na escritura judaico-cristã.

sábado, 15 de junho de 2013

Da luta contra o aumento da tarifa nos transportes à transformação da sociedade

por Marcio Ornelas

13/06 /13 Av. Rio Branco
Mal chegamos à metade do mês, mas já podemos dizer com toda a certeza: junho de 2013 entrou para a história. De norte a sul desse país, somam-se dezenas de protestos contra o aumento das passagens. É o belo reencontro do povo com as ruas, com a sua capacidade de transformação e de construir uma sociedade mais justa.

Mas todo esse movimento pelo Brasil inteiro, por causa de 15, 20 ou 25 centavos? Depois de sucessivas semanas tendo dezenas de atos seguidos, fica mais do que evidente que a insatisfação coletiva não se reduz ao preço da passagem. Existe um desgaste amplo com a piora das condições de vida, com a precarização crescente de serviços públicos essenciais (saúde, educação, segurança e transporte), com a corrupção que assola as instituições políticas brasileiras, o escárnio dos governantes com a população, o desperdício contínuo de dinheiro público. Enfim, são muitas as questões que potencializam a insatisfação geral. E não é de hoje que ensaiamos uma volta contundente às ruas, o momento de efervescência política pela qual passa o Rio de Janeiro nesses últimos dois anos, não me deixa mentir. Por aqui vivenciamos nesse período uma forte mobilização em defesa dos bombeiros, causa que arrastou milhares de pessoas para as ruas; movimento Primavera Carioca encabeçado pela candidatura de Marcelo Freixo a prefeitura do Rio de Janeiro, colocou os jovens em contato com a rua em proporções que há muito tempo não víamos; ou ainda as importantes lutas em defesa da Aldeia Maracanã e contra a privatização do Maracanã, são alguns dos exemplos sólidos. E assim foi em outras partes do país.