domingo, 27 de novembro de 2016

NOTA DE PESAR: Fidel Castro

O Partido Socialismo e Liberdade manifesta seu pesar pelo falecimento do ex-presidente de Cuba, Fidel Castro Ruz. Líder de uma revolução vitoriosa, defensor da paz mundial e principal nome da luta pelo socialismo na segunda metade do século XX, Fidel Castro tornou-se referência na luta contra o imperialismo e as injustiças em nosso tempo. Sua partida, porém, não marca o fim da luta pelo socialismo em Cuba. Sua memória e exemplo seguirão inspirando gerações de lutadores em todo o mundo. Parafraseando o cantor da revolução, Ali Primera, “os que morrem pela vida não podem ser chamados de mortos”. Fidel segue vivo no sonho de justiça e liberdade de cada latino-americano.
Partido Socialismo e Liberdade
Brasil, 26 de novembro de 2016


Versión en español:
NOTA DE PESAR
El Partido Socialismo y Libertad manifiesta su pesar por el fallecimento del ex-presidente de Cuba, comandante Fidel Castro Ruz. Líder de una revolucción victoriosa, defensor de la paz mundial y principal figura de la lucha por el socialismo en la segunda mitad del siglo XX, Fidel Castro se tornó referencia de la lucha contra el imperialismo y las injusticias en nuestro tiempo. Su partida, sin embargo, no marca el fin de la batalla por el socialismo en Cuba. Su memoria y ejemplo seguirán inspirando generaciones de luchadores y luchadoras en todo el mundo. Parafraseando el cantor de la revolución bolivariana, Ali Primera, “los que mueren por la vida, no pueden llamarse muertos”. Fidel sigue vivo en el sueño de justicia y libertad de cada latinoamericano.
Partido Socialismo y Libertad
Brasil, 26 de noviembre de 2016

Reproduzido na integra do site do Diretório Nacional do PSOL: http://www.psol50.org.br/blog/2016/11/26/nota-de-pesar-fidel-castro/

https://marxistleninist.files.wordpress.com/2010/09/fidel_castro_1.jpg

Informes da audiência pública por moradia em São Gonçalo

No dia 17 de Novembro de 2016 foi realizada uma audiência pública aqui em São Gonçalo sobre moradia.  Essa reunião foi solicitada pela ALERJ, através do mandato do deputado estadual Flavio Serafini (PSOL) e foram convidados para a mesa o Guilherme Simões ( coordenador estadual do MTST), Regina Bienenstein( Arquiteta e professora da UFF). Marta Silva ( desabrigada em 2010 em Niteroi ) e D Lucy ( lider dos desabrigados que ocupararam condomínios no Jóquei em São Gonçalo). Passaram pela atividade aproximadamente 25 pessoas.

Durante a exposição dos oradores, abordou o histórico de lutas da cidade por moradias, a demanda real no município e necessidade de construir mobilizações populares. 

A positividade da reunião foi reconhecida por todos. Para Eduardo Eletricista, morador do Jardim Catarina, da Coordenador da Ocupação Zumbi dos Palmares, e membro da Secretário de Movimento Comunitário do PSOL São Gonçalo, afirmou que “a luta por moradia é fundamental, São Gonçalo tem um déficit muito grande. Nós estamos aqui para ajudar na luta por moradia”.

Durante a reunião deliberou-se que os desabrigados  e a formação de uma comissão para criar um diálogo com os poderes públicos competentes em busca de soluções.

Nessa comissão estará presente o Reynaldo Mattos (Assessor do Deputado Flavio Serafini) , Professor Josemar (Presidente do PSOL de São Gonçalo)  e representantes dos desabrigados , com o apoio do MTST da cidade.

Só na região metropolitana do estado do Rio de Janeiro temos uma defasagem de 350 mil moradias e em São Gonçalo os números oficiais apontam 20mil (2010), um número registrado antes das catastrofes das chuvas em 2016 , que certamente aumentou ainda mais  de pessoas sem moradia.

 A reintegração de posse dos condomínios no Joquei foi a maior mobilização militar já vista na história do povo gonçalense na cidade, talvez só comparada com aquela operação no morro do alemão em 2010 ou contra a manifestação dos servidores estaduais há pouco tempo na ALERJ.

O poder público tem estado presente para reprimir manifestações públicas, remoções , criminalizar pobreza e dificultar a luta  por direitos da classe trabalhadora.

Nós do PSOL de São Gonçalo estaremos assumindo esse compromisso de estar ao lado de quem tem necessidade de moradia nessa cidade e estaremos na luta até que todos tenham esse direito garantido.



terça-feira, 11 de outubro de 2016

2° turno: nenhuma confiança em Nanci e nem Dejorge!



O PSOL esteve ao longo desse processo eleitoral em cada canto da cidade, apresentando para a população o programa “São Gonçalo precisa de uma revolução!” que foi debatido e construído coletivamente. Defendemos um projeto de cidade que passe fundamentalmente pela ampliação da democracia, pela participação popular e pela ampliação dos direitos dos trabalhadores. 

Foi uma honra apresentar a candidatura do Prof. Josemar a Prefeitura de São Gonçalo e nossa chapa de vereadores, juntamente com os companheiros do PCB. Nossa militância  aguerrida, deu exemplos de obstinação e se revelou incansável na construção do nosso projeto.

Temos orgulho dos nossos candidatos e da nossa forma de fazer política. Apresentamos propostas claras e efetivas. Não recebemos dinheiro de empresas de ônibus e nem de empreiteiras. Fizemos uma campanha limpa e ética. Dura e firme nos posicionamentos ideológicos e políticos. Não participamos do “toma lá dá cá” da política.

Para mudar a cara de São Gonçalo não cabem meias palavras, é preciso contrariar os interesses dos empresários de ônibus que comandam o transporte na cidade, é preciso cortar as indicações políticas em postos de saúde, escolas e demais repartições públicas, é preciso valorizar o servidor e garantir condições dignas de trabalho. Em resumo: é preciso uma nova forma de governar, longe desses velhos caciques da política gonçalense e com autonomia política para cortar a sangria dos cofres do nosso município.

O resultado do 1° turno colocou o deputado estadual Dr. José Luiz Nanci (PPS-SD-PSL) e o Vereador Dejorge Patricio (PRB-PMN-PRTB), praticamente empatados, no segundo turno. Dois candidatos que fugiram da maioria dos debates aos quais foram convidados, que se furtaram durante o processo eleitoral de apresentar de forma mais nítida suas ideias. O grande arco de alianças que se forma em torno das duas candidaturas no segundo turno, revela a tônica da política gonçalense: um grande balcão de negócios, onde cada voto conquistado é elemento de barganha para cargos na prefeitura.

Não existem nesses acordos qualquer preocupação pragmática. A politica de assistência social de nossa cidade, as secretarias de educação e de saúde, ou qualquer outro cargo não podem virar moeda de troca. Quem entrou neste jogo de barganha, vendeu a dignidade e a confiança de quem depositou o voto em sua candidatura. Está na verdade, ajudando a vender a ilusões.

Nenhum dos dois candidatos deste segundo turno apresentou elementos centrais pelo qual lutamos. Ambos foram omissos em relação a luta contra o “cartel” chamado Consórcio São Gonçalo de Transportes que controla o transporte público da nossa cidade. A regularização do transporte alternativo foi um dos pontos pautas que os dois se esquivaram. A eleição direta para diretores de escolas e postos de saúde também foi um ponto ignorado. Mecanismos efetivos de combate a corrupção também não foram apresentados. A transformação dos Agentes Comunitários de Saúde em servidores do Regime Juridico Único(RJU) nem sequer foi ventilada por ambos. O aumento salarial para os servidores públicos municipais não foram abordados nem pelo candidato do PPS e nem pelo candidato do PRB.

Ambos têm experiência efetiva em participar de governos desastrosos. O deputado estadual José Luis Nanci participou do governo Charles e foi secretario estadual do atual governo Pezão/Dorneles. Governo que atrasou salários de servidores e destrói o nosso Estado. Dejorge Patrício foi secretário municipal de Parques e Jardins do governo Mulim. Quando vereador não fez um discurso na tribuna questionando os equívocos da Prefeitura e não apresentou um projeto para a cidade. Ignoram a parte podre de seus currículos para entrar no festival de mentiras sobre a população.

Portanto, não há qualquer possibilidade do PSOL apoiar qualquer uma dessas duas candidaturas. Temos plena consciência de que tanto Nanci quanto Dejorge, representam o atraso para nosso município, um novo ciclo de acomodação dos aliados políticos, de aparelhamento da máquina pública e o sucateamento dos serviços públicos. Seus partidos, no plano nacional (o PPS e o PRB), mobilizaram suas bancadas para defender com unhas e dentes o ajuste fiscal e garantir a retirada de direitos dos trabalhadores. Seus projetos não comungam em nada com o nosso, havendo total incompatibilidade de entendimento sobre como deve ser a política em São Gonçalo.

Não vamos emprestar nosso capital político, a garra da nossa militância, para apontar uma saída “menos pior” para São Gonçalo, ignorando de maneira acrítica quem lhe dá sustentação. Como sempre dissemos não queremos trocar seis por meia dúzia.

Vamos falar a verdade para a população, que nem Nanci e nem Dejorge, vão governar para os interesses do povo. Que são reféns dessa velha política ao qual estão cercados para tentar ganhar a eleição. Nós do PSOL, temos muitos anos na luta e temos responsabilidade com tudo o que acumulamos até aqui.

Vamos seguir debatendo com a população a necessidade da ampliação desse programa popular e democrático, que pode dar efetivamente outra cara ao município. Não aceitamos a discriminação, a intolerância religiosa e  a retirada de direitos que novamente se avizinha como resultado desse 1° turno. Fazemos um chamado honesto para os movimentos sociais, sindicais, entidades, partidos políticos de esquerda, para construirmos um polo de resistência que enfrente os retrocessos que virão seja com Nanci ou com Dejorge e que lute pelas pautas históricas dos trabalhadores.
  

São Gonçalo, 11 de outubro de 2016.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

NOTA DE AGRADECIMENTO DO PROF. JOSEMAR PELOS 16.754 VOTOS


Eu quero agradecer imensamente pelos 16.754 votos recebidos na disputa pela prefeitura de São Gonçalo. Nesses 45 dias rodamos por toda a cidade, para discutir com a população a necessidade de avançarmos com um projeto democrático e popular para a nossa cidade. Com um programa elaborado coletivamente, abordamos e apresentamos propostas para resolver os problemas do município. 

Fizemos uma campanha limpa, que mesmo sem dinheiro foi capaz de mobilizar uma militância aguerrida para defender esse projeto nas ruas. A reforma eleitoral de Eduardo Cunha nos deixou sem tempo de TV e também nos excluiu de alguns debates, mas ainda assim saímos vitoriosos politicamente. 

Quero dizer que nossa luta não começou nessa eleição e nem terminará com o fim dela. Eu e o PSOL temos um compromisso de continuarmos na luta por uma São Gonçalo que atenda aos interesses dos trabalhadores. O resultado do pleito, apenas reforça a necessidade de continuarmos nessa batalha e a urgência de seguir acumulando forças para enfrentarmos os barões da velha política.

Agradeço de coração a todos que de alguma forma nos apoiaram nessa caminhada. Seguiremos em frente com a certeza de que estamos mais fortes!
Um forte abraço!
Prof. Josemar