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quarta-feira, 7 de maio de 2014

50 anos do golpe militar: relembrar para nunca mais viver

por Isabel Tomaz
2014 marca 50 anos do Golpe Civil Militar que durou 21 anos. A memória do período da ditadura passeia pelo "imenso" avanço econômico de determinadas classes da sociedade; ou pelas obras faraônicas, como a Ponte Presidente Costa e Silva, a Rio-Niterói; ou pelo tricampeonato da Seleção Brasileira de Futebol em 1970 "Pra frente Brasil, salve a Seleção!"; ou pela segurança pública, que muitos dizem que era impecável - "podia-se" andar na rua tranquilamente sem o medo de ser assaltada.
Não. Essa foi a época da repressão, da censura, dos desaparecimentos e de diversos fatores que deixaram marcas severas na história do Brasil. A união das forças armadas com setores da sociedade, sobretudo do empresariado, fizeram que "O país que anda pra frente", retrocedesse. Todas as transformações desse período ocorreram à custa de muita violência. Com os opositores do Regime Militar presos, espancados, torturados e mortos. Com diversos ataques a consciência política da sociedade, visto a falta de debates. Ou com a existência de apenas dois partidos, que jogavam o mesmo jogo do Estado golpista (MDB x ARENA). Da cassação dos direitos políticos de diversas pessoas. Da repressão aqueles que lutavam contra as condições precárias de trabalho - a ditadura no Brasil atingiu demais a classe trabalhadora.

terça-feira, 1 de abril de 2014

50 anos do nefasto golpe militar

por Prof. Josemar Carvalho

Estamos completando 50 anos que a ditadura militar foi implementada no Brasil.

Uma triste página de nosso país, que ficou marcada pela usurpação do poder por parte de uma camada que estava politica-ideologicamente alinhada a burguesia internacional e aos pressupostos da guerra fria.

O Golpe de 1964 submeteu ainda mais o país ao endividamento econômico internacional. Ampliou as desigualdades sociais. Colocando o nosso país como “bola subserviente” do imperialismo norte-americano. 

Se hoje questionamos os mensaleiros do PT, do PR, do PSDB e do PTB. É porque com todas as contradições, o livre direito à manifestação é “minimamente” garantido. Na ditadura militar não era assim...