Enquanto o gonçalense já é obrigado a suportar uma saúde precária, quando vai ao Pronto Socorro Central de São Gonçalo ainda corre o risco de ser agredido por um maqueiro — alguém que deveria estar ali para servir ao povo, não para agir com violência. Esse caso escancara como o loteamento da saúde por cargos comissionados precariza o serviço, humilha a população e cobra um preço alto de quem mais precisa. A Prefeitura precisa agir imediatamente.
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